Motociclistas e amigos de Pedro Henrique, de 23 anos, realizaram um protesto pelas ruas da cidade após o crime que chocou moradores A noite de segunda-feira (27) foi marcada por comoção e revolta em Três Rios. Familiares e amigos de Pedro Henrique da Costa Martins, de 23 anos, transformaram a dor em um ato de protesto e percorreram as ruas da cidade em uma motociata por justiça. O jovem, morador do bairro Morada do Sol, em Vila Isabel, era barbeiro e muito querido na comunidade. Segundo amigos, Pedro era conhecido…
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Cláudio Castro critica falta de apoio federal e diz que Rio está “sozinho na guerra contra o crime”
Durante coletiva no início da tarde desta terça-feira (28), o governador Cláudio Castro afirmou que o Rio de Janeiro está completamente sozinho no enfrentamento à criminalidade. A declaração foi feita no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, enquanto ele apresentava o balanço da megaoperação realizada nos complexos da Maré e da Penha, na Zona Norte do Rio. Castro classificou a situação como uma “guerra que passou dos limites”, destacando que o Estado precisa de reforço federal para lidar com o poderio das facções. “Essa operação de…
LEIA MAISPrefeito de Areal pode ser afastado por suspeita de superfaturamento na compra de computadores
A política em Areal vive um novo capítulo. Um pedido protocolado na Câmara Municipal solicita a abertura de uma comissão processante para investigar o prefeito José Augusto Bernardes Lima, acusado de superfaturar mais de meio milhão de reais na compra de computadores para a rede municipal de ensino. A denúncia foi apresentada por Vinícius José Gonçalves da Cunha e se baseia em uma investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Segundo o relatório do Grupo de Apoio Técnico Especializado (GATE), a prefeitura pagou R$ 1.348,61 a mais por…
LEIA MAISBriga entre Quaquá e Lindbergh escancara racha no PT do Rio
O clima esquentou no PT do Rio de Janeiro. O prefeito de Maricá e vice-presidente nacional do partido, Washington Quaquá, e o deputado federal Lindbergh Farias, líder do governo na Câmara, trocaram acusações pesadas nas redes sociais e deixaram à mostra a crise interna que se arrasta há meses dentro da sigla. Tudo começou quando Quaquá acusou Lindbergh, André Ceciliano e a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, de usarem cargos no governo federal para “fazer política própria”, sem citar o presidente Lula em eventos públicos. Ele criticou especialmente uma…
LEIA MAISDrones lançam explosivos contra policiais durante operação nos Complexos da Penha e do Alemão
Rio de Janeiro – Criminosos usaram drones para lançar explosivos contra agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), força de elite da Polícia Civil, durante uma megaincursão realizada na manhã desta terça-feira (28) nos Complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Imagens registradas durante a ação mostram os drones sobrevoando a região e arremessando artefatos explosivos na direção dos policiais. Apesar da gravidade dos ataques, não há informações sobre agentes feridos. A operação, batizada de “Contenção”, mobilizou cerca de 2.500 policiais civis e militares…
LEIA MAISComissão da Câmara pede que Ibama fiscalize crimes ambientais da CSN
A Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU) da Câmara dos Deputados fez nesta quinta-feira (23) uma reunião com representantes da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). A empresa foi denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) há duas semanas, por crimes de poluição e destruição ambiental em Volta Redonda, no Sul Fluminense. A deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) esteve à frente do encontro e disse que os dados apresentados pela CSN contradizem estudos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e de universidades, e relatos dos moradores do município sobre impactos socioambientais. Ela entende que o Instituto Brasileiro…
LEIA MAISBrasil e Indonésia firmam acordos; Lula confirma candidatura em 2026
O Brasil e a Indonésia assinaram, na madrugada desta quinta-feira (23), uma série de memorandos e acordos de cooperação nas mais diversas áreas, durante a visita oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à capital do país, Jacarta.

Em declaração à imprensa, os presidentes dos dois países disseram ter visões e posicionamentos comuns com relação à situação em Gaza, à necessidade de reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas, bem como sobre o papel do Brics na defesa dos interesses do sul global.
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Ao confirmar que disputará as eleições presidenciais de 2026, Lula disse que novos encontros, entre ele e o presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, ocorrerão para tornar a relação entre os dois países cada vez mais valorosa.
Segundo Lula, os acordos assinados pelos dois chefes de Estado caminham nessa direção, em especial para áreas como agricultura, energia, comércio, educação, defesa, ciência e tecnologia.
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Ele lembrou que, nas últimas duas décadas, o comércio entre Brasil e Indonésia cresceu mais de três vezes, passando de US$ 2 bilhões para US$ 6,5 bilhões.
Mercado de meio bilhão de pessoas
“É quase inexplicável, para as nossas sociedades, como é que dois países importantes no mundo, como Indonésia e Brasil, com quase 500 milhões de habitantes, só tenham um comércio de US$ 6 bilhões. É pouco”, disse Lula.
“Por isso, vamos fazer um esforço muito grande para trabalhar muito para que Indonésia e Brasil se transformem em dois parceiros fundamentais na geografia econômica do mundo”, acrescentou ao afirmar que os dois países são “nações determinadas a assumir o lugar que nos corresponde em uma ordem em profunda transformação”.
De acordo com o Planalto, a Indonésia foi o quinto destino das exportações do agronegócio brasileiro em 2024. Segundo Lula, “são valores ainda tímidos” diante do potencial desses mercados consumidores.
Potencial de comércio
Em seu discurso, Prabowo disse que Brasil e Indonésia são duas forças econômicas cada vez maiores, que fortalecem o sul global. Segundo ele trata-se de uma “parceria estratégica e sinergética entre países complementares”, entre dois membros do Brics e do G20, grupo formado pelas 20 maiores economias do planeta.
“Hoje assinamos acordos significantes”, afirmou o presidente indonésio. Segundo ele, o comércio entre os dois países tem potencial para chegar a US$ 20 bilhões nos próximos anos.
A fim de “cultivar essa relação”, Prabowo disse que incluirá o português entre as línguas prioritárias do sistema educacional de seu país.
Gaza, ONU e Brics
Lula disse que, no atual cenário de acirramento do protecionismo, Brasil e Indonésia têm plenas condições de mostrar ao mundo a capacidade de defender interesses econômicos com diálogo e respeito mútuo. Acrescentou que os dois países compartilham de visões similares sobre a situação em Gaza.
“Nossos governos estão unidos contra o genocídio em Gaza e continuarão a defender a solução de dois Estados como único caminho possível para a paz no Oriente Médio”, afirmou Lula após ter ouvido de Prabowo que os dois países têm “comportamentos semelhantes em assuntos como os dos conflitos na Palestina e na Ucrânia”.
O presidente brasileiro reiterou seu posicionamento em defesa de uma reforma integral do Conselho de Segurança da ONU para resolver a “falta de representatividade e presente paralisia” da entidade.
Ele lembrou que Brasil e Indonésia coincidem em relação à “importância crescente do Brics como plataforma de defesa dos interesses de desenvolvimento do Sul Global”.
“Além disso, sabemos que não há desenvolvimento sustentável sem superar a fome e a pobreza. A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, lançada durante a presidência brasileira do G20, contou desde o início com o apoio da Indonésia”, acrescentou o Lula.
Multilateralismo
Segundo Lula, o atual contexto da política e da economia mostra ser cada vez mais necessário que os países discutam suas similaridades, e uma relação comercial justa “é aquela em que os dois países ganham”.
“Indonésia e Brasil não querem uma segunda Guerra Fria. Nós queremos comércio livre. E, mais ainda: tanto a Indonésia quanto o Brasil têm interesse em discutir a possibilidade de comercialização entre nós dois ser com as nossas moedas”, acrescentou o presidente.
Para ele, essa liberdade de os dois países poderem usar das próprias moedas nas relações comerciais é algo que já devia ter acontecido.
“O século XXI exige que tenhamos a coragem que não tivemos no século XX. Exige que a gente mude alguma forma de agir comercialmente para não ficarmos dependentes de ninguém”, argumentou.
“Nós queremos multilateralismo e não unilateralismo. Nós queremos democracia comercial e não protecionismo. Nós queremos crescer, gerar empregos. Emprego de qualidade, porque é para isso que fomos eleitos para representar o nosso povo”, completou.
Defesa, energia, mineração
Os dois presidentes manifestaram otimismo com relação às oportunidades comerciais, em especial no setor de defesa. “O Brasil possui sólida base industrial militar e está disposto a contribuir para as necessidades estratégicas da Indonésia, em particular de sua Força Área”, disse Lula.
“Na área de energia, dialogamos as experiências de gestão soberana de minerais críticos, que são essenciais na transição energética. A cooperação na área de mineração poderá avançar com maior institucionalidade no âmbito do memorando que nossos ministros de Minas e Energia assinaram”, acrescentou.
Eleições
Durante o discurso, Lula afirmou que se candidatará a um quarto mandato presidencial, e que, caso seja eleito, trabalhará para potencializar ainda mais as relações entre os dois países.
“Vou disputar um quarto mandato no Brasil. Digo isso porque ainda vamos nos encontrar muitas vezes. Esse meu mandato só termina em 2026, no final do ano. Mas eu estou preparado para disputar outras eleições e tentar fazer com que a relação entre Indonésia e Brasil seja por demais valorosa”.
Ex-procurador do INSS não responde perguntas do relator na CPMI
O ex-procurador-geral do INSS Virgílio Oliveira Filho foi ouvido nesta quinta-feira na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, optando por permanecer em silêncio diante das perguntas do relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). O depoimento de Oliveira Filho começou no final da tarde desta quinta-feira (23), após a comissão ter ouvido sua companheira, Thaisa Hoffmann.

Um pouco antes, Oliveira Filho afirmou não ser indiciado no esquema que desviou cerca de R$ 6,3 bilhões em descontos irregulares nos benefícios de aposentados e pensionistas.
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“Não sou indicado, não sou réu, muito menos condenado”, declarou a testemunha afirmando ainda não ter sido ouvido pelas autoridades.
“Não fui ouvido, não prestei esclarecimentos, mas percebi um prejulgamento muito forte e, com base em todas essas questões, eu falarei aqui e defenderei os meus atos enquanto procurador do INSS”, afirmou.
Oliveira Filho foi afastado do cargo por decisão judicial em abril. Segundo investigações da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU), ele teria recebido R$ 11,9 milhões de empresas ligadas a associações investigadas por descontos irregulares em benefícios previdenciários.
O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), questionou sobre a evolução do patrimônio do ex-procurador do INSS e funcionário de carreira da Advocacia-Geral da União (AGU).
“Por orientação da minha defesa vou permanecer em silêncio”, afirmou Oliveira Filho que optou por permanecer em silêncio diante das perguntas do relator.
Um habeas corpus (HC), concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux deu ao depoente o direito de permanecer em silêncio em questionamentos que possam incriminá-lo.
Companheira
Mais cedo, Thaisa Hoffmann Jonasson, companheira do ex-procurador, também se manteve em silêncio durante quase todo o seu depoimento. Dona de empresas de consultoria Thaisa Hoffmann é apontada, pelos integrantes do colegiado, como “laranja” do esquema de desvio de recursos de aposentados e pensionistas.
Durante o depoimento de Thaisa, o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que as testemunhas convocadas pela CPMI do INSS que não marcarem depoimento até o próximo final de semana serão alvo de pedido de prisão.
Entre os citados pelo senador estão os seguintes convocados: Mauro Palombo Concílio, contador de diversas empresas suspeitas de envolvimento nas fraudes, Vinicius Ramos da Cruz, cunhado do presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer); Silas da Costa Vaz, vinculado à Conafer; Cecília Rodrigues Mota, ex-presidente da Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional (Aapen); e Danilo Berndt Trento, empresário suspeito de envolvimento nas fraudes.
Pedidos de prisão
Viana fez ainda um apelo ao ministro do STF André Mendonça para que decrete os pedidos de prisões preventivas aprovadas pelo colegiado.
“O tempo da paciência acabou, agora é tempo de ação, decrete as prisões aprovadas por essa CPMI”, disse o senador, argumentando que os pedidos estão baseados em evidências robustas. “Enquanto o aposentado chora com o desconto no contracheque, eles brindam com champanhe”, continuou.
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Amanhã, a deputada estadual Sarah Poncio estará em Três Rios para mais uma edição do Gabinete Itinerante, dentro da programação do Outubro Rosa. O encontro será realizado na Praça da Autonomia, a partir das 9h, com atividades voltadas à prevenção do câncer de mama, exames, orientações de saúde e rodas de conversa sobre o cuidado e o empoderamento feminino. A iniciativa reforça o compromisso da deputada com a saúde e os direitos das mulheres fluminenses. Nesta semana, Sarah também comemorou a aprovação de um projeto de lei de sua autoria,…
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