A Justiça do Estado do Rio de Janeiro tomou uma decisão que provocou forte repercussão nas redes sociais nesta semana ao adiar novamente o julgamento do caso envolvendo o menino Henry Borel. Além do adiamento, o tribunal determinou a soltura de uma das acusadas pelo crime, aumentando ainda mais a indignação popular.
A informação foi divulgada por Leniel Borel, pai da criança, que manifestou profunda revolta com o novo desdobramento do processo, que se arrasta desde 2021. O adiamento ocorre em um momento considerado decisivo, prolongando a espera por uma definição judicial e reacendendo críticas sobre a morosidade em casos de grande comoção nacional.
A decisão de conceder liberdade a uma das rés, mesmo diante das evidências já apresentadas, intensificou o debate público sobre a atuação do sistema judiciário em crimes graves. Nas redes sociais, usuários questionaram a efetividade das medidas adotadas e demonstraram preocupação com a sensação de impunidade.
Em um desabafo emocionado, Leniel Borel relembrou a dor da perda do filho, de apenas quatro anos, e destacou as marcas de violência constatadas no corpo da criança. Ele afirmou que seguirá buscando justiça e que não pretende descansar até que haja um desfecho definitivo no caso.
A repercussão foi imediata, com milhares de mensagens de apoio e solidariedade vindas de diferentes partes do país. O caso, que já mobilizou a opinião pública desde o início das investigações, volta ao centro das discussões, com cobranças por celeridade no julgamento e punição rigorosa aos responsáveis pela morte de Henry Borel.
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